segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Tempo do Advento: a expectativa do retorno de Cristo, Papa Bento XVI

Angelus do Papa Bento XVI


 

27.11.2011 - Cidade do Vaticano: Bento XVI conduziu a oração mariana do Angelus, deste I Domingo do Advento, na Praça São Pedro, no Vaticano, repleta de fiéis e peregrinos que ouviram as palavras proferidas pelo Papa.
Queridos irmãos e irmãs!
Hoje, iniciamos com toda a Igreja o novo Ano Litúrgico: um novo caminho de fé, a se viver unidos nas comunidades cristãs, mas também, como sempre, a se percorrer no interior da história do mundo, para abri-la ao mistério de Deus, à salvação que vem do seu amor.
 O Ano Litúrgico inicia com o Tempo do Advento: tempo estupendo em que se desperta nos corações a expectativa do retorno de Cristo e a memória da sua primeira vinda, quando se despojou da sua glória divina para assumir a nossa carne mortal.
"Vigiai!". Esse é o apelo de Jesus no Evangelho de hoje. Dirige-o não somente aos seus discípulos, mas a todos: "Vigiai!" (Mc 13,37). É um apelo salutar a recordar-nos que a vida não tem somente a dimensão terrena, mas é projetada rumo a um "além", como uma muda que brota da terra e abre-se para o céu. Uma muda pensante, o homem, dotada de liberdade e responsabilidade, pelo que cada um de nós será chamado a dar conta de como viveu, de como utilizou as próprias capacidades: se as reteve para si ou as fez desfrutar para o bem dos irmãos.
Também Isaías, o profeta do Advento, nos faz refletir hoje com uma oração sincera, destinada a Deus em nome do povo. Ele reconhece as faltas do seu povo e, em certo ponto, diz: "Não há ninguém para invocar vosso nome, para recuperar-se e a vós se afeiçoar, porque nos escondeis a vossa Face, e nos deixais ir a nossos pecados" (Is 64,6). Como não se sentir atingido por essa descrição?
Parece refletir certos panoramas do mundo pós-moderno: as cidades onde a vida torna-se anônima e horizontal, onde Deus parece ausente e o homem o único patrão, como se fosse ele o artífice e o regente de tudo: as construções, o trabalho, a economia, os transportes, as ciências, a técnica, tudo parece depender somente do homem. E, às vezes, neste mundo que parece quase perfeito, acontecem coisas chocantes, ou na natureza, ou na sociedade, devido ao que nós pensamos que Deus tenha como que se retirado, tenha nos, por assim dizer, abandonado a nós mesmos.
Na realidade, o verdadeiro "patrão" do mundo não é o homem, mas Deus. O Evangelho diz: "Vigiai, pois, visto que não sabeis quando o senhor da casa voltará, se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã, para que, vindo de repente, não vos encontre dormindo" (Mc 13,35-36). O Tempo do Advento vem a cada ano recordar-nos isso, para que a nossa vida reencontre a sua justa orientação, em direção ao rosto de Deus. O rosto não de um "patrão", mas de um Pai e de um Amigo.
Com a Virgem Maria, que nos guia no caminho do Advento, façamos nossas as palavras do profeta. "Senhor, vós sois nosso pai; nós somos a argila da qual sois o oleiro: todos nós fomos modelados por vossas mãos" (Is 64,7).
Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.


São Tiago das Marcas

 

Nasceu neste mundo em Monteprandone, na província de Ascoli Piceni, região de Le Marche ou das Marcas, Itália, em 1394.
Seu nome de batismo era Domingos Gangali. Órfão desde criança, foi educado pelo tio, que o conduziu sabiamente no seguimento a Jesus Cristo. Estudou em Perugia, onde se diplomou em direito civil junto com o grande João de Capistrano, agora santo.
Decidiu deixar a profissão para ingressar na Ordem dos Franciscanos, onde estudou teologia e foi ordenado sacerdote. Quando recebeu o hábito, levou o nome de Tiago, que foi completado com o "das Marcas", em função de sua terra natal. Foi discípulo de outro santo e seu contemporâneo da Ordem, Bernardino de Sena, que se destacava como o maior pregador daquela época, tal qual conhecemos.
 Tiago das Marcas consagrou toda a sua vida à pregação. Percorreu a Europa como a Itália, a Polônia, a Boêmia, a Bósnia e depois foi para a Hungria, em obediência a uma ordem direta de Roma. Permanecia num lugar apenas o tempo suficiente para construir um mosteiro novo ou restabelecer a observância genuína da Regra da Ordem Franciscana nos já existentes. Depois, partia em busca de novo desafio ou para cumprir uma das delicadas missões em favor da Igreja, para as quais era enviado especialmente, como fizeram os papas Eugênio IV, Nicolau V e Calisto III.
Acompanhou São João de Capistrano na pregação da Cruzada contra os turcos e foi um dos artífices da gloriosa vitória de Belgrado, em 1456. Humilde e reto nos princípios de Cristo, nunca almejou galgar postos na Igreja, chegando a recusar o cargo de bispo de Milão.  
Como Franciscano que era, tinha vida austeríssima, fazendo continuamente jejuns e penitências. Pediu a Nossa Senhora de Loreto a graça de pregar eficazmente as verdades eternas. A oração foi atendida e, desde então, sua palavra obteve verdadeiros prodígios, conseguindo conversões que pareciam de todo impossíveis.
Mas os severos e freqüentes jejuns a que se submetia enfraqueceram seu organismo, chegando a receber o sacramento da unção dos enfermos seis vezes. Mesmo assim, morreu aos 90 anos.  
Faleceu em Nápoles, pedindo perdão aos irmãos franciscanos pelo mau exemplo que foi a sua vida.
Era o dia 28 de novembro de 1476. Seu corpo foi sepultado na igreja de Santa Maria Nova, daquela cidade. A sua biografia mostra muitos relatos dos prodígios operados por sua intercessão, tanto em vida quanto após a morte.
O papa Bento XIII canonizou Tiago das Marcas em 1726.
                               

São Virgílio, século VIII



Entre os monges irlandeses, grandes viajantes, desejosos de peregrinar por Jesus Cristo, ao lado de Columba, Columbano, Quiliano, Gallo, encontramos são Virgílio, apóstolo de Caríntia e padroeiro de Salisburgo.
Nasceu na primeira década do século VIII e foi batizado com o nome de Fergal, depois traduzido para o latim como Virgílio. Católico praticante, ainda jovem voltou-se para a vida religiosa, tornou-se monge e abade do Mosteiro de Aghaboe, na Irlanda. Deixou a ilha em peregrinação evangelizadora no ano de 743 não voltando mais.
 Morou algum tempo no reino dos francos, quando o rei era Pepino, o Breve que lhe pedira para organizar um centro cultural. Mas problemas surgiram na região da Baviera, agregada aos seus domínios. Lá, o duque era Odilon, que pediu a Pepino, para enviar Virgilio para a Abadia de São Pedro de Salzburg, atual Áustria. E logo depois Odilon nomeou Virgilio como bispo para aquela diocese.
São Bonifácio, era chamado o apóstolo da Alemanha, atuava como representante do papa na região, e caberia a ele essa indicação e não ao duque Odilon. O que o desagradou não foi a escolha de Virgilio, mas o fato de ter sido feita por Odilon. Ambos nutriam entre si uma profunda divergência no campo doutrinal e Virgílio participava do mesmo pensamento de Odilon. Essa situação perdurou até a morte de são Bonifácio, quando, e só então, ele pôde ser consagrado bispo de Salzsburg. 
Mas Virgílio foi homem de fé sólida e de vasta cultura, dominava como poucos as ciências matemáticas, ganhando, mesmo, o apelido de "o Geômetra" em seu tempo. Viveu oito séculos antes de Galileu e Copérnico e já sabia que a Terra era redonda, o que na ocasião e em princípio era uma heresia cristã. Foi a Roma para se esclarecer com o papa, deixou a ciência de lado e abraçou integralmente o seu apostolado a serviço do Reino de Deus como poucos bispos consagrados o fizeram. Revolucionou a diocese de Salzburg com o seu testemunho e converteu aquele rebanho para a redenção de Cristo, aproveitando-se do interesse político do rei.  
Em 755, um ano após a morte de são Bonifácio, Virgílio foi consagrado bispo de Salzburg. Continuou evangelizando toda a Áustria, inclusive uma parte do norte da Hungria. Fundou e reabilitou mosteiros e igrejas, com isso organizou o primeiro catálogo e crônica dos mosteiros beneditinos.
Morreu aos 27 de novembro de 784 e foi sepultado na Abadia de Salzburg, Áustria, em meio à forte comoção dos fiéis, que transformaram essa data a de sua tradicional festa. Séculos depois, suas relíquias foram trasladadas para a bela Catedral de Salzburg.
Em 1233, foi canonizado como santo da Igreja católica, e o dia de sua festa mantido. São Virgílio foi proclamado padroeiro de Salzburg.


Catedral de Salzburg, Áustria, onde encontram-se os restos mortais de São Virgílio

Santa Catarina Labouré, virgem

        

Corpo incorrupto de Santa Catarina Labouré, na Igreja da Medalha Milagrosa em Paris


         Em 1830, Nossa Senhora apareceu, em Paris, a Santa Catarina Labouré, então jovem religiosa, e lhe ensinou a devoção da Medalha Milagrosa.
“Mandai cunhar uma medalha com este modelo. Todas as pessoas que o usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança” – prometeu a Santíssima Virgem. A promessa efetivamente se cumpriu. 
Em março de 1832, quando iam ser confeccionados as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingiu a cidade de Paris. Mais de 18 mil pessoas morreram em poucas semanas. Num único dia, chegou a haver 861 mortes.
No fim de junho, as primeiras medalhas ficaram prontas e começaram a ser distribuídas entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste e tiveram início, em série, os prodígios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre.

Em 1876, ano da morte de Santa Catarina Labouré, mais de um bilhão de Medalhas Milagrosas já espalhavam graças pelo mundo.
Em 1894, a Santa Igreja insistiu a festa litúrgica de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, a ser celebrada neste mesmo dia 27 de novembro.

sábado, 26 de novembro de 2011

Santo Humilde de Bisignano, 1582-1637


 
Humilde nasceu na cidade de Bisignano, província de Cosenza, Itália, em 26 de agosto de 1582. Luca Antonio foi seu nome de batismo e pertencia a uma família muito pobre e muito cristã. Desde a mais tenra idade, o menino manifestou sua admirável piedade. Todos os dias ia à missa, comungava, rezava e meditava a Paixão do Senhor, tornando-se modelo de virtude para todos os que o conheciam.
Aos dezoito anos, percebeu que sua vocação estava na vida religiosa, mas por vários motivos teve que aguardar nove anos para poder realizar os seus santos propósitos, levando, entretanto, uma vida ainda mais disciplinada a fim de conseguir seus objetivos.
Aos vinte e sete anos, entrou no noviciado dos Frades Menores de Mesuraca, tomando o nome de frei Humilde. Desde jovem, tinha o dom de contínuos êxtases contemplativos, motivo pelo qual era chamado de "o frade extático". A partir de 1613, esses dons se tornaram públicos e por isso seus superiores o submeteram a uma longa série de provas e humilhações para certificarem-se se eles provinham, realmente, de Deus.
Essas provas, felizmente suportadas, só vieram a aumentar sua fama de santidade junto aos irmãos e ao povo.
Lhe foram atribuídos outros dons particulares como a perscrutação dos corações, a profecia, as intercessões em milagres e, sobretudo, a ciência infusa. Apesar de ser analfabeto, dava respostas sobre as Sagradas Escrituras e sobre qualquer outro tema da doutrina católica que faziam admirar os altos teólogos. A esse objetivo, Humilde foi experimentado em uma reunião de sacerdotes seculares e regulares, com propostas de dúvidas e objeções, às quais respondeu de maneira muito satisfatória.  
Frei Humilde obteve a confiança dos sumos pontífices Gregório XV e Urbano VIII, que o chamaram ao Vaticano e se beneficiaram com suas orações e conselhos. Permaneceu em Roma por muitos anos, sendo hospedado no Convento de São Francisco, em Ripa, e, durante alguns meses, no de Santo Isidoro.
As orações do Frei Humilde eram simples, porém suas preces eram sempre dedicadas ao bem da humanidade e à paz universal. Apesar de ser muito estimado por todos, ele se humilhava, continuamente, perante Deus, por considerar-se um grande pecador.
Num dia declarou ao papa Gregório XV: "Enquanto todas as criaturas louvam e bendizem ao Senhor, eu sou o único que o ofende".
Faleceu no dia 26 de novembro de 1637, na sua cidade natal, onde passou os seus últimos anos de vida.
Beatificado em 1882, foi somente em 2002 que o papa João Paulo II declarou Santo Humilde de Bisignano, cuja festa litúrgica ocorre no dia de sua morte.


São Leonardo de Porto Maurício, 1676-1751



 
O santo da via-sacra e da Imaculada Conceição, o frade que salvou o Coliseu de ruína total, o pregador inflamado da Paixão de Cristo. São esses os títulos de são Leonardo de Porto Maurício.
Paulo Jerônimo nasceu em 1676, em Porto Maurício, atual Impéria, Itália. Filho do capitão da marinha Domingos Casanova, ficou órfão ainda muito pequeno. Foi, então, levado a Roma para concluir os estudos no Colégio Romano. Depois, foi para o Retiro de São Boaventura, onde entrou para a Ordem Franciscana e vestiu o hábito tomando o nome de frei Leonardo.
Atuou como sacerdote a maior parte da vida em Florença. Era um empolgante pregador, principalmente quando escolhia como tema a Paixão de Cristo. Percorreu toda a Itália exercendo esse ministério e, com isso, escreveu muitas obras de grande valor para os pregadores e para os fiéis. O Santo Afonso de Ligório, seu contemporâneo, contava que ele era o maior missionário daquele século.
O papa usou para a Igreja os dons de Leonardo, quando o enviou para uma delicada missão na ilha de Córsega. Tinha de restabelecer a concórdia entre os cidadãos. Apesar das graves divisões entre eles, Leonardo conseguiu um acordo de paz.
É considerado o salvador do Coliseu, ao promover pela primeira vez a liturgia da Via-Sacra naquele local que definiu como santificado, pelos martírios dos cristãos. Por esse motivo, a interpretação da Paixão de Cristo foi reproduzida, no jubileu de 1750, no Coliseu, cujas ruínas eram dilapidadas e suas pedras arrancadas para servirem em outras construções.
A celebração da Via-Sacra em seu interior tornou-se tradição e a histórica construção passou a ser conservada. A tradição permanece, pois até hoje o próprio pontífice, toda Sexta-Feira da Paixão, faz a Via-Sacra no Coliseu, em Roma.
São Leonardo foi devoto de Nossa Senhora e queria que a Igreja assumisse o dogma da Imaculada Conceição de Maria. Lutou muito pelas suas idéias doutrinais e convenceu o papa Bento XIV de que era necessário convocar um concílio para discutir o assunto e depois proclamar esse dogma.  
Não conseguiu ver este dia, mas deixou uma célebre carta profética, onde previa que isso iria acontecer, como de fato ocorreu, em 1854. Frei Leonardo morreu, em 1751, no seu Retiro de São Boaventura de Palatino, Roma.
Na ocasião, tal era sua fama de santidade que o próprio papa Bento XIV foi ajoelhar-se diante de seu corpo.
Papa Pio XI o declarou padroeiro dos sacerdotes que se consagram às missões populares no mundo.
São Leonardo de Porto Maurício é celebrado, no dia de sua morte, também como padroeiro da sua cidade de origem, atual Impéria.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Ladainha dos Santos Mártires

          Nós te rendemos graças, ó Deus Pai onipotente, por ter-nos dado Irmãos, que testemunharam o próprio amor por Ti com uma vida santa, e muitos até à efusão do sangue. O seu exemplo ilumine e sustente a nossa caminhada até o dia em que chegaremos à Jerusalém celeste. Por Cristo nosso Senhor. Amém.

Senhor, piedade............... Senhor, piedade.

Cristo, piedade................. Cristo, piedade.

Senhor, piedade................ Senhor, piedade.

Santa Maria Mãe de Deus e Rainha dos Mártires, ........... Roga por nós.

São José, "homem justo", esposo da Mãe de Deus e guarda de Jesus,

Santos Pedro e Paulo, mártires de Cristo, colunas e fundamento da Igreja de Roma

São Calisto I, papa e mártir, guarda dos irmãos de fé aqui sepultados,

São Ponciano, papa e mártir, condenado às minas,

São Fabiano, papa e mártir, organizador da Igreja romana,

São Cornélio, papa e mártir, "modelo de humildade, paciência e bondade",

São Sisto II, papa e mártir, morto por Cristo na área destas Catacumbas,

Santo Eusébio, papa e mártir, misericordioso para com os lapsos, necessitados de perdão

Santos Diáconos: Januário, Magno, Vicente, Estêvão, Felicíssimo e Agapito, companheiros no martírio do Papa Sisto II

Santo Tarcísio, adolescente de fortes ideais e intrépido defensor da Eucaristia,

Santia Cecília, jovem corajosa, que ofereceu a Cristo a própria vida,

Santo Sótere, nobre romana, morta pela sua fidelidade ao Evangelho,

Santo Polícamo, glória e decoro da Santa Igreja,

Santos Calógero e Partênio, fiéis a Cristo a ponto de perder a vida por Ele,

Santos Marcos e Marceliano, irmãos de sangue e inseparáveis no martírio,

Santos Cereal, Salústia e 21 Companheiros, defensores da fé contra a heresia novaciana,

Santos Mártires Gregos: Maria, Neone, Hipólito, Ádria, Paulina, Marta, Valéria, Eusébio e Marcelo, dom da Igreja Oriental ao Cemitério de São Calisto,

Santos e Santas Mártires, sepultados nas Catacumbas de São Calisto,

Santo Antérote papa, que viveste todo o teu breve pontificado na prisão,

São Lúcio I papa, obrigado ao exílio porque Vigário de Cristo,

São Estêvão I papa, guarda da pureza da fé,

São Dionísio papa, pai amorável dos irmãos em dificuldade,

São Félix I papa, zeloso na obra da evangelização,

São Eutiquiano papa, apóstolo da ortodoxia,

São Caio papa, amigo dos pobres,

São Milcíades papa, defensor da fé contra a heresia donatista,

São Marcos papa, pastor da Igreja de Roma e promotor do seu calendário litúrgico,

São Dâmaso I papa, "piedoso cultor dos Mártires",

Todos os santos Papas, que vigiais sobre "o altar de Cristo"

Santos Bispos: Optato e Numidiano, evangelizadores das terras africanas,

Santos Bispos: Urbano, Laudiceu, Policarpo e Mano, continuadores da missão dos Apóstolos,

Vós todos, Santos Bispos, sepultados nas Catacumbas de São Calisto,

Santos Sacerdotes, que viveram e morreram "na longa paz",

Jovens e Crianças, que quisestes conservar a vossa pureza por Cristo,

Vós, também, pecadores, convertidos à bondade do Pai, lavados no sangue de Cristo e santificados pelo Espírito Santo,

Vós todas, Almas Santas, cujo corpos repousam no cemitério de São Calisto,

Santas Brígida e Catarina da Suécia,

SS. Carlos Borromeo e Filipe Neri,

S. João Bosco e Beato Miguel Rua,

Santas Maria Mazzarello e Terezinha do Menino Jesus,

Todos os santos peregrinos às Catacumbas de São Calisto e admiradores da fé dos primeiros Cristãos,

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ........ perdoai-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ........ ajudai-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ...... tende piedade de nós.

Oremos:

Ó Deus, nosso Pai, que fecundaste com o sangue dos Mártires e abençoaste com a presença de tantos Santos o solo das Catacumbas de São Calisto, pelo luminoso exemplo de tão corajosas Testemunhas conserva-nos na fé, para que possamos recolher e degustar com alegria o fruto do seu sacrifício. Por Cristo nosso Senhor. Amém!












 Sete Beatas Mártires