terça-feira, 9 de julho de 2013

Beata Maria Rosa, mártir


    

     Nascida em Sérignan (Vaucluse), no dia 4 de fevereiro de 1741, Susana Ágata de Loye entrou na abadia beneditina de Caderousse, onde fez sua profissão em janeiro 1762, adotando o nome religioso de Maria Rosa. Irmã Maria Rosa passou 30 anos praticando todas as virtudes monásticas, vivendo na pobreza e na obediência, preparando-se todos os dias para morte e, sem saber, para o martírio.
     Em setembro de 1792, depois de seu mosteiro ter sido fechado pelos revolucionários, Irmã Maria Rosa voltou à casa da família em Sérignan, dedicando-se às obras de caridade e de apostolado.
     Presa em maio 1794, permaneceu na mesma prisão com mais 32 religiosas de várias ordens, todas amontoadas. Em 6 de julho seguinte, foi trazida diante da comissão popular de Orange. O tribunal acusou-a de querer destruir a república e intimou-a a fazer o juramento prescrito pela lei. Irmã Maria Rosa recusou, calmamente, mas com firmeza, afirmando que ela considerava este juramento como uma apostasia. Ela foi imediatamente condenada à morte; a execução foi realizada na mesma tarde, às seis horas, e ela subiu ao cadafalso com grande coragem.
     Sua execução abriu a série de massacres que deveriam continuar por três semanas. Beatificada em 10 de maio de 1925, sua festa é celebrada em 9 de julho.